sexta-feira, 15 de maio de 2015

Video: A Vida de Caramujo


ALUNOS DA PROFESSORA VANESSA 4º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!Essa é nossa casa, onde nós nascemos! Nossa terra tem o mesmo significado da cidade para vocês. É dela que cuidamos, é nela que plantamos e colhemos para o nosso sustento.
Mas nenhum desses argumentos adiantou, pois o homem branco queria  tirar os índios de lá para desmatar, tirar da terra suas riquezas e construir cidades.
Os índios então  se reuniram  novamente para falar que iria haver uma guerra e quem ganhasse não ia sair da terra. Os índios  pegaram suas armas, arco, flecha, zarabatana, lanças  e foram chamar os homens brancos para batalha.
Os índios ganharam a guerra e não saíram de suas terras preciosas.
E depois de uma batalha terrível, onde muitos ficaram feridos,  resolveram conversar índios e brancos. Enfim ficaram amigos e concluíram que violência não leva a lugar nenhum.
Os homens brancos então, seguiram em seus navios de volta para sua terra. E os índios continuaram cada um com suas funções, as mulheres cuidando dos filhos e da alimentação da tribo e os homens caçando, plantando, construindo suas armas e admirando a floresta.



ALUNOS DA PROFESSORA MARINA 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!Pois chegamos ao Brasil primeiro!
A tribo se reuniu novamente só que agora era para lutar com seus arcos e flechas.
Foi  uma terrível guerra, onde morreram índios e portugueses.
Até mesmo a terra sofreu com essa violência, cabanas e ocas queimadas, lares destruídos; árvores queimadas, botes destruídos, plantações devastadas.
Depois de tanto sofrimento índios e brancos se renderam e a guerra acabou.
Com a terra toda destruída os índios tiveram que reconstruir tudo de novo, plantaram novamente, construíram novas casas, plantaram novas árvores.
Os portugueses então decidiram ajudar os índios, trazendo de suas terras ferramentas como machados, espelhos,  enxadas, assim como sementes que os índios ainda não conheciam.
Assim índios e portugueses construíram unidos uma nova terra, onde não havia mais guerra e violência, nem devastação, nem sofrimento, somente paz e alegria.
As crianças viviam em paz, estudavam e sabiam que a coisa mais importante na vida era o respeito a diferença e a união dos povos.

 ALUNOS DA PROFESSORA ROSILENE 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!  Nós iremos lutar por ela! Temos que defendê-la até a morte!
Os guerreiros então foram para a arena treinar para defender suas terras. Em seguida partiram para a batalha com os homens brancos.
Os índios estavam em vantagem pois tinham mais guerreiros, mas os homens brancos tinham armas de fogo.
A batalha foi  violenta, emocionante, intrigante, histórica  e desesperadora. Muitos homens e índios morreram  e não conseguiram chegar a um acordo.
Depois de tanto sofrimento o rei e o chefe da tribo resolveram selar um acordo de paz, amor e harmonia.
Índios e homens brancos então resolveram ajudar uns aos outros. Os índios contribuíram com alimentos, trabalhos manuais e plantas medicinais. Os portugueses contribuíram com técnicas como mineração, com ferramentas como machado, facas, serrotes, martelos e utensílios pois os índios comiam com a mão.
Com esta contribuição os dois lados saíram ganhando, pois resolveram reconstruir tudo que foi destruído, plantando árvores e recuperando tudo que se perdeu.
Os portugueses voltaram para Portugal e procuraram outras terras, ficaram só com a mineração e se esqueceram de tudo que aconteceu.
Os índios foram visitar os portugueses em suas canoas e promoveram uma festa com um grande banquete para comemorar sua amizade.
Os índios então retornaram para sua terra na certeza de que agora a paz reinava entre os povos.



PROFESSORA JOSELANE-4º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!
Depois da reunião todos os índios foram dormir.
No outro dia, começaram a perceber que havia homens brancos no território deles. Na verdade dois homens brancos.
Então o cacique levantou a borduna novamente e disse:
_ Essa terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!
Os homens brancos  prometeram deixar os índios ricos. Os índios não aceitaram porque riqueza não compra felicidade e eles estavam acostumados a plantar, ser livre e viver na natureza.
Os homens brancos não concordaram com a atitude dos índios e planejaram ataques e armadilhas contra eles.
Quando a batalha começou Taguá e Tinga correram para se esconder.
A batalha começou com brigas. Tinga e Taguá não aguentavam ver tanta violência naquela terra tão calma. Então Taguá pediu para que parassem porque briga  não cura o coração.
Os homens brancos não aceitaram a paz e voltaram para o seu terreno e os índios ouviram que eles queriam guerra.  Então os índios se reuniram para tentar uma solução para não machucar tantas pessoas.
Então cavaram um buraco, tamparam com folha e chefe dos homens brancos caiu na armadilha e se machucou muito. Seus companheiros não sentiram sua falta.
  No outro dia quando os índios acordaram foram olhar no buraco e viram o chefe dos homens brancos lá dentro e o ajudaram a sair do buraco.
O chefe dos índios então chegou e falou:
_Onde estão seus companheiros para lhe ajudar
Taguá e Tinga  perceberam que ele estava com muita febre e foram correndo avisar ao cacique. Pegaram o homem branco e o levaram para a tribo.
O cacique na mesma hora foi até a floresta pegar uma planta para curá-lo. Então quando chegou no meio da floresta percebeu que estava sendo seguido pelos homens brancos e perguntou:
_Vocês não estão sentindo falta de alguém
O homem branco perguntou:
_ Onde está o nosso chefe
Então com as plantas medicinais na mão o cacique disse:
_ Aqui está o que vai curar o seu chefe! Não queremos mais luta! Já  se machucou uma pessoa, não queremos mais violência. Aqui tudo é de todos, aqui tem lugar para todos!
Então todos voltaram para a tribo e curaram o chefe dos brancos, ele ficou agradecido, deu um abraço em todos os índios e se tornaram amigos.
E o cacique falou:
_Vamos ser amigos! Essa terra é nossa e sua, é para todos!
Houve então uma grande festa, onde todos dançaram e puderam mostrar seus costumes e a tribo Taguatinga se tornou uma tribo de paz.
Depois da festa os homens brancos foram embora e prometeram nunca mais incomodar os índios.
E todos viveram felizes para sempre!

 ALUNOS DA PROFESSORA LUCIENE 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui! Se os homens brancos querem guerra é isso que terão.
Tinga fala:
_Peguem as armas e vamos!Arcos, flechas, lanças!
Eles pegaram as armas e uniram-se a outras tribos para começar.
Agora está tudo preparado para guerra.
No meio da floresta os índios perceberam a presença dos homens brancos, pois havia muito lixo, coisa de homem branco e não de índio.
O principal motivo desta guerra era porque os homens brancos tinham um único interesse, desmatar para tirar da terra o ouro e o Pau- Brasil, riquezas nativas da floresta e construir suas cidades.
Na outra parte da floresta os índios avistaram os homens brancos e a guerra começou. Inesperadamente os brancos surgiram  com armas de fogo  para atacar os índios e prendê-los.
De repente os índios avistaram barcos e caravelas  e perceberam que o ataque estava próximo para formar uma guerra.
Entre vários disparos de canhão, os índios ficaram assustados, recuaram e á noite, quando todos dormiam os portugueses tomaram a  tribo e armaram uma emboscada para prender o cacique e roubar o ouro da tribo.  Tinga, porém não dormiu e construiu arcos de fogo e atacou os portugueses salvando o cacique.
Nesta mesma noite, Taguá chama alguns índios que ainda não tinham sido rendidos e todos se juntam numa grande roda e encurralam  os brancos com golpes  tradicionais de luta indígena.
Então os portugueses se defendem com armas de fogo e chamam reforços, fugindo com o ouro. A guerra finalmente começa e devasta tudo a sua volta, destroi a floresta, as casas, as caravelas, mata animais, índios e homens brancos.
Depois de tanta violência os portugueses descobriram que o ouro de nada valia, pois era ouro de tolo que os índios utilizavam apenas para fazer seus colares e enfeites.
Tinga, Taguá e o cacique resolveram convocar uma  reunião com o chefe dos homens brancos para  selar um  acordo de paz. Diante de tanto sofrimento e tantas perdas um acordo foi feito. Os homens brancos pediram ajuda aos índios para reconstruir suas caravelas e partirem. Com as ferramentas dos homens brancos os índios reconstruíram também suas ocas e sua aldeia.
Finalmente a guerra acabou e os índios tiveram sua terra de volta.










ALUNOS DA PROFESSORA JAQUELINE 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!
E os índios gritaram:
_Sim!Essa terra é nossa!
O cacique então fala:
_Reunião encerrada!
Os índios então decidiram pedir para os homens brancos não invadirem suas terras. Mas o pedido foi em vão.
Então eles pegaram  as suas armas e resolveram partir para a guerra.
Em meio a muitas flechas e disparos de armas de fogo, muito sangue e sofrimento, até a terra sofreu, pois muitas árvores foram queimadas e destruídas e muitos animais também morreram.
Como os índios viviam na floresta eles sabiam se defender e se esconder em lugares estratégicos.
O cacique ordenou:
_Recuar!
Os homens brancos também recuaram.
 Os índios recuaram por um tempo e  depois retornaram mais fortes e organizados e ganharam a guerra, mas também perderam muitos companheiros.
O cacique convocou então outra reunião pós- guerra e chamou um  dos chefes dos homens brancos para fazer um acordo de paz. Justificando que a guerra traz muito sofrimento e dor no coração. Decidiram que nunca mais deveria haver guerra entre brancos e índios.
Depois disso todos saíram  ganhando, alguns homens brancos se comoveram e ajudaram os índios a reconstruir tudo que foi destruído e roubado, durante a guerra, utilizando recursos que os índios não tinham como enxadas, serrotes, martelos, promovendo assim  a paz entre eles.
A terra então foi recuperada, organizada e para comemorar promoveram uma grande festa, onde os costumes e tradições dos dois povos foram conhecidos e respeitados.
 Desse dia em diante todos viveram felizes, tranquilos e unidos formando uma nova nação, onde brancos e índios são amigos, companheiros  e respeitam uns aos outros.

 PROFESSORA JOILZA – 4º ANO TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:

__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!
Porque essa terra é tão linda e maravilhosa e por isso ninguém vai tirar a gente daqui porque amamos essa terra. A terra é a melhor coisa que já tivemos na vida.
Ela nos dá frutos, moradia e nós dependemos dela para viver. A terra é tudo pra gente!
Então os homens brancos não podem tirar a gente daqui porque é onde nós vivemos. Nós temos que protegê-la e eles nos ajudarem e não atrapalhar.
Então os homens brancos chegaram e não viram os índios, pois eles se esconderam pra não serem expulsos.
Então os homens brancos enganaram os índios e começaram a destruir toda região, onde os índios  não estavam vendo. Enquanto eles estavam cozinhando ou caçando e colhendo plantações.
Depois eles  perceberam que a terra estava acabando de guerra, então os homens brancos ajudaram os índios a proteger a terra e Deus agradeceu a eles por ter ajudado o planeta.
E eles receberam uma recompensa por ter ajudado os índios.
E ganharam uma coisa mais preciosa do que a vida eterna, uma grandiosa amizade com a tribo dos índios.
Mas o Brasil foi descoberto por uma pessoa que separavam os índios da tribo e a população de índios diminuiu.

A recompensa que os homens receberam foi várias pedras preciosas que eles tinham na tribo.
E receberam também muita paz e alegria.
Os homens brancos receberam também o respeito dos índios.

Os portugueses chegaram maltratando os índios, fazendo-os de escravos. Os homens brancos ajudaram mais um pouquinho os índios.
Para expulsar eles do Brasil.
E os homens brancos deram algumas pedras preciosas para os portugueses  pararem a separação da tribo.


Depois os homens brancos conversaram com os índios e pediram desculpas  eles viraram amigos para sempre.
E o preconceito acabou naquela tribo, nas casas que sobraram e eles viveram felizes para sempre.
E eles não brigaram mais para não causar uma grande guerra.

E os portugueses lhe ofereceram lugar para  morar na cidade deles.
E hoje em dia, os índios tem mais condições de moradia de comida, etc.




ACEITANDO O DESAFIO DE MAURO SÉRGIO FERNANDES
NOSSOS TEXTOS COLETIVOS:
ALUNOS DA PROFESSORA CRISTIANA 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!
Os índios decidiram que não havia necessidade de violência, eles apenas queriam permanecer em sua terra.
Eles então resolveram fazer um acordo com os portugueses, onde ficou combinado que eles ganhariam instrumentos para trabalhar a terra como enxadas, serrotes, martelos, assim como roupas, espelhos, calçados.
No entanto os portugueses não aceitaram o acordo e os índios foram escravizados por eles.
Sendo assim então, os índios mesmo não querendo guerra tiveram que se defender.
Nessa batalha vários índios morreram, alguns ficaram doentes pelo contato com os portugueses e outros fugiram para a mata.
Até as árvores foram  queimadas, cortadas,a maioria das aldeias foi queimada, alguns animais saíram feridos. Enfim, a terra foi banhada em sangue.
Até os portugueses perderam com  a guerra pois muitos também morreram ou foram feridos.
Depois de tanto sofrimento e tantas perdas, tanto para índios quanto para portugueses, os dois povos decidiram acabar com a guerra e reconstruir tudo que foi destruído, formando assim uma nova nação, onde índios e portugueses se uniram formando novas famílias.

PROFESSORA EDUARDA 4º ANO-TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA

 É só o cacique chegar, para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a plenos pulmões:

__ Esta terra é nossa e ninguém vai nos tirar daqui!

Então eles resolveram fazer  um acordo com os homens brancos.
Os índios iam dar alimento em troca de segurança.
Mas os homens brancos traíram a confiança dos índios e provocaram uma guerra contra eles.
Os homens brancos conseguiram fazer os índios de escravos e mandaram eles trabalhar.
Então a terra começou a correr grande perigo, pois ninguém cuidava mais dela.
E o homem branco começou a desmatar a natureza.
Os portugueses deram também coisas falsas para os índios em troca de madeira e ouro.
Mas os índios fizeram um plano para derrotar os portugueses.
Eles iriam pedir ajuda de outros escravos para formar uma guerra contra os portugueses e iam  acabar com a fortaleza deles para se libertar da escravidão.
Os índios, então venceram a guerra contra os portugueses e viveram felizes até que um dia o chefe da tribo faleceu. Mas outro chefe surgiu na tribo dando segurança a seus seguidores e  viveram felizes para sempre, conseguindo cuidar da terra, ter segurança e se sustentar até o fim de suas vidas.
  

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Oficina PIBID Informática / E.E. Coronel Vieira.

 Obra: "Com quem, afinal, Pinóquio se casou?", de Mauro Sérgio Fernandes.

Alunos do 5º ano (professoras Marina, Luciene, Jaqueline, Cristiana e Rosilene).







quarta-feira, 6 de maio de 2015



Oficina PIBID Informática / Coronel Vieira.

 Reconto: O Menino Mutante.

Com alunos do 4º e 5º ano.

















terça-feira, 5 de maio de 2015

Oficina PIBID Informática / Coronel Vieira.

 Reconto: O Menino Mutante.

Com a turma da professora Josi, 4 ano.