ALUNOS DA PROFESSORA VANESSA 4º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA
É só o cacique chegar,
para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena
onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no
seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo
daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga
estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens
brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a
plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e
ninguém vai nos tirar daqui!Essa é nossa casa, onde nós nascemos! Nossa terra
tem o mesmo significado da cidade para vocês. É dela que cuidamos, é nela que
plantamos e colhemos para o nosso sustento.
Mas nenhum
desses argumentos adiantou, pois o homem branco queria tirar os índios de lá para desmatar, tirar da
terra suas riquezas e construir cidades.
Os índios
então se reuniram novamente para falar que iria haver uma guerra
e quem ganhasse não ia sair da terra. Os índios
pegaram suas armas, arco, flecha, zarabatana, lanças e foram chamar os homens brancos para
batalha.
Os índios
ganharam a guerra e não saíram de suas terras preciosas.
E depois de
uma batalha terrível, onde muitos ficaram feridos, resolveram conversar índios e brancos. Enfim ficaram
amigos e concluíram que violência não leva a lugar nenhum.
Os homens
brancos então, seguiram em seus navios de volta para sua terra. E os índios
continuaram cada um com suas funções, as mulheres cuidando dos filhos e da
alimentação da tribo e os homens caçando, plantando, construindo suas armas e
admirando a floresta.
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