ALUNOS DA PROFESSORA MARINA 5º ANO- ESCOLA ESTADUAL CORONEL VIEIRA
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA
É só o cacique chegar,
para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena
onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no
seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo
daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga
estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens
brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a
plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e
ninguém vai nos tirar daqui!Pois chegamos ao Brasil primeiro!
A tribo se reuniu novamente
só que agora era para lutar com seus arcos e flechas.
Foi uma terrível guerra, onde morreram índios e
portugueses.
Até mesmo a terra sofreu com
essa violência, cabanas e ocas queimadas, lares destruídos; árvores queimadas,
botes destruídos, plantações devastadas.
Depois de tanto sofrimento
índios e brancos se renderam e a guerra acabou.
Com a terra toda destruída
os índios tiveram que reconstruir tudo de novo, plantaram novamente,
construíram novas casas, plantaram novas árvores.
Os portugueses então
decidiram ajudar os índios, trazendo de suas terras ferramentas como machados,
espelhos, enxadas, assim como sementes
que os índios ainda não conheciam.
Assim índios e portugueses
construíram unidos uma nova terra, onde não havia mais guerra e violência, nem
devastação, nem sofrimento, somente paz e alegria.
As crianças viviam em paz,
estudavam e sabiam que a coisa mais importante na vida era o respeito a diferença
e a união dos povos.
TINGA E TAGUÁ NA TRIBO TAGUATINGA
É só o cacique chegar,
para começar a reunião. Quebrando a escuridão, tochas de fogo rodeiam a arena
onde os guerreiros da tribo se levantam, para saudar o grande chefe. Atentos no
seu canto, dois índios se apresentam, como os escolhidos para relatar o motivo
daquele encontro. Tinga fala primeiro, sobre o perigo que a tribo Taguatinga
estava correndo, diante da possibilidade de serem expulsos pelos homens
brancos. Depois, Taguá, erguendo a borduna em direção aos companheiros, grita a
plenos pulmões:
__ Esta terra é nossa e
ninguém vai nos tirar daqui! Nós iremos
lutar por ela! Temos que defendê-la até a morte!
Os guerreiros então foram
para a arena treinar para defender suas terras. Em seguida partiram para a
batalha com os homens brancos.
Os índios estavam em
vantagem pois tinham mais guerreiros, mas os homens brancos tinham armas de
fogo.
A batalha foi violenta, emocionante, intrigante,
histórica e desesperadora. Muitos homens
e índios morreram e não conseguiram
chegar a um acordo.
Depois de tanto sofrimento o
rei e o chefe da tribo resolveram selar um acordo de paz, amor e harmonia.
Índios e homens brancos
então resolveram ajudar uns aos outros. Os índios contribuíram com alimentos,
trabalhos manuais e plantas medicinais. Os portugueses contribuíram com
técnicas como mineração, com ferramentas como machado, facas, serrotes,
martelos e utensílios pois os índios comiam com a mão.
Com esta contribuição os
dois lados saíram ganhando, pois resolveram reconstruir tudo que foi destruído,
plantando árvores e recuperando tudo que se perdeu.
Os portugueses voltaram para
Portugal e procuraram outras terras, ficaram só com a mineração e se esqueceram
de tudo que aconteceu.
Os índios foram visitar os
portugueses em suas canoas e promoveram uma festa com um grande banquete para
comemorar sua amizade.
Os índios então retornaram
para sua terra na certeza de que agora a paz reinava entre os povos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário